quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Dicas empreendedoras para aumentar a produtividade

O uso do tempo é um dos principais desafios para os novos empreendedores. Para quem produz e vende artesanato é fundamental administrar de forma produtiva para ter bons resultados. Por isso, compartilhamos com vocês nessa postagem as dicas de Karine Drumond e Priscila do Blog Elo7. 

1- Cuide-se

Para executar um bom trabalho, é necessário que, antes de tudo, você esteja bem consigo mesmo. Por isso, invista numa alimentação saudável, na prática de exercícios e em hábitos saudáveis.

  2 - Não perca tempo em reuniões desnecessárias

Encontros presenciais são importantes, mas nem toda conversa pessoal é produtiva. Por isso, se houver a oportunidade, procure realizar via internet. Assim, você poupa tempo.  

  3 - Respeite seu horário de almoço

Ninguém trabalha bem com fome. Por isso, preserve esse seu momento do dia. O ócio também faz aflorar a criatividade.

  4 - Organize lista de tarefas

Ao sistematizar num papel, ou numa planilha eletrônica quais são as suas prioridades você poupa tempo não se preocupando com o que terá de fazer mais tarde. Isso vai te ajudar a ter a mente mais tranquila para trabalhar.  

5 - Não deixe tudo para depois

É preciso ter disciplina para fugir das distrações, como as redes sociais. Procrastinar não é um bom hábito para quem quer se destacar.  

6- Não faça tudo ao mesmo tempo

Ser multitarefa nem sempre dá bons resultados. Prefira fazer uma atividade bem feita a várias pela metade.

7- Não estabeleça metas inalcançáveis

Crie prazos executáveis para não te sobrecarregar. Um calendário de atividades ajuda a organizar isso de forma clara e de fácil visualização.

  8 - Pratique o bom humor


Como cobrar de forma inteligente na sua loja


Fica mais fácil alcançar bons resultados quando você está confiante e motivado. Pratique a gratidão e contagie quem trabalha com você com boas energias.

Nessa postagem, dedicada aos lojistas do ramo do artesanato, vamos abordar algumas dicas para estabelecer o preço de venda dos produtos. Muitos empreendedores têm esse tipo de dúvida, já que a preocupação, na maioria das vezes, é ser justo e competitivo.
De acordo com a reportagem publicada na Revista Exame, existem algumas questões a serem levadas em consideração na hora de decidir.

A primeira delas é calcular com base nas despesas, nos preços praticados no mercado e no que seu cliente está disposto a pagar. “Nada adianta fazer o cálculo pelos custos se, no final, o preço não ficar atrativo aos clientes. E, por outro lado, é insensato estabelecer o preço com base na concorrência sem saber se este valor será suficiente para arcar com os custos que o negócio tem”, disse, ao site da Revista Exame, Maurício Galhardo, sócio-diretor da Praxis Education e responsável pela área administrativa e financeira da empresa.

No quesito gastos, existem dois tipos. Os variáveis e os fixos. No primeiro, se enquadram: taxas de cartões, comissão dos funcionários, contas de água, luz etc. “São todos os gastos que variam conforme as vendas do negócio”, explicou Galhardo à Exame. Já os fixos, são aqueles que se repetem todos os meses, como salário dos funcionários e aluguel.

O professor do curso de Administração da ESPM, Adriano Gomes, disse à publicação que uma importante etapa é o estabelecimento do núcleo do preço. “Aqui você pensa na mercadoria livre de qualquer tipo de tributação ou possível desconto. É o que chamamos de núcleo duro do preço e é em torno dele que os demais preços são formados” disse ao site da revista. A fórmula seria: preço de venda líquido (ou PVL) igual ao custo dividido por um menos o percentual da margem. Ou seja, se você tiver um custo de 100 reais para produzir e sua margem for de 20%, o núcleo do preço a será de 125 reais, conforme o exemplo dado pela publicação.

Outro destaque na hora de decidir é a concorrência. É preciso estar atento também na forma como outros empresários vendem o mesmo produto que o seu. Assim, você tem uma base. Pode oferecer um atendimento diferenciado e outros atrativos para se destacar e até cobrar por isso. “Você pode estimar margens de lucro menores caso queira vender seu produto a preço semelhante ao dos concorrentes. Ou, até mesmo, manter o preço de venda com base no calculado, usando outros recursos – como marca, entrega e atendimento – para sustentar esse preço e garantir as vendas”, finalizou Galhardo em entrevista à publicação.



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